O que os Portugueses pensam dos Serviços de Saúde
Estudo realizado pela Ordem dos Farmacêuticos
Junho de 2002
É difícil encontrar nas sociedades modernas um conjunto de serviços que sejam tão importantes para os cidadãos como os relacionados com a Saúde.
O nosso País não constitui, nesta matéria, excepção. Os serviços de Saúde figuram na lista dos mais frequentados pelos portugueses e aqueles que merecem mais atenção pública e maiores referências mediáticas.

Mas, raramente nos é propiciado conhecer, através da linguagem fria dos números, aquilo que os Portugueses pensam, no concreto, acerca dos seus hospitais, centros de saúde, farmácias, consultórios médicos e centros de diagnóstico.

No momento em que Portugal desenvolve um novo mandato legislativo e governamental, entendeu a Ordem dos Farmacêuticos promover um estudo nacional sobre a avaliação dos equipamentos postos à disposição do sistema de Saúde.

Procuramos assim contribuir para que todos nós que temos responsabilidades no sector - como dirigentes, como prestadores ou como técnicos - possamos tirar as devidas conclusões e proceder às correcções que resultam da apreciação pública.

O estudo apresenta, portanto, conclusões absolutas, mas por se ter entendido que seria interessante enquadrá-lo numa base comparativa, optou-se por seguir a metodologia e o próprio inquérito de um trabalho idêntico promovido em 1999 pela Fundação Antero de Quental e que, naquela ocasião, foi devidamente tornado público.

Deste modo, é possível registar a evolução da avaliação pública dos serviços prestados e mesmo, como se constata, da própria frequência de utilização pelos utentes.

Cremos que os elementos assim obtidos, e que deverão ser confirmados no futuro, através de novos estudos, constituem matéria para fundamentar as políticas do nosso sector, tendo em conta a avaliação e o interesse dos Portugueses.

Assim queiram aqueles a quem entregámos essa responsabilidade.

JOSÉ ARANDA DA SILVA
BASTONÁRIO DA ORDEM DOS FARMACÊUTICOS
Junho de 2002

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